sexta-feira, 6 de abril de 2012
Páscoa
AMIGOS!
QUE REZAM E ME ACOMPANHAM, UMA FELIZ PÁSCOA, OBRIGADA PELAS ORAÇOES E SE POSSIVEL LEMBRE SEMPRE DE DIVULGAR MEU BLOG POIS ISTO IRÁ ME AJUDAR NA LUTA PARA PODER VOLTAR A ANDAR....
FIKE COM DEUS ....
ALINE
domingo, 25 de março de 2012
MARATONA DE OBSTÁCULO PARA CADEIRANTES EM SAO PAULO
Cegos e cadeirantes enfrentam ‘maratona de obstáculos’ em SP
Deficientes reclamam de orelhões, buracos e degraus nas calçadas.
Prefeitura estima que 12% da população tenha alguma deficiência na cidade.
Paulo Toledo Piza
Do G1 SP
14 comentários
Vicente Aparecido encontra poste no meio da calçada da Estrada do M'Boi Mirim (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Vicente Aparecido caminha diariamente, e com cautela, pelas ruas e avenidas do bairro Vila Remo, na Zona Sul de São Paulo. Como a maioria dos pedestres, ele se irrita com os obstáculos encontrados pelo caminho, como buracos, lixo e fezes de cães. Por ser cego, o homem de 38 anos considera um verdadeiro desafio andar pela região, principalmente pela Estrada do M’Boi Mirim.
saiba mais
GALERIA: Veja os obstáculos enfrentados pelos cadeirantes e cegos em SP
Na via, a principal e mais movimentada do bairro, os perigos são constantes. Enquanto agita rente ao chão e de um lado para o outro sua bengala, ele logo encontra lixo e entulho no meio da calçada. Para superar o obstáculo, se aproxima da rua. “Coisas assim são arriscadas. Eu fico muito perto dos carros e posso ser atropelado”, disse, enquanto caminhava a centímetros do meio-fio.
Aparecido é apenas um dos cerca de 1,35 milhão de pessoas com algum tipo de deficiência que vivem na capital paulista. O número corresponde a 12% da população paulistana, segundo a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Os que mais sofrem são os cadeirantes e os cegos. Enquanto os primeiros precisam muitas vezes mudar o trajeto por conta de obstáculos como entulho no meio da calçada ou buracos, os deficientes visuais dependem da boa vontade de outras pessoas para caminhar.
Luciano enfrenta obstáculo em calçada na Vila
Mariana (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Atravessar uma movimentada via como a Estrada do M’Boi Mirim, por exemplo, tarefa arriscada até para quem enxerga, torna-se algo quase suicida para pessoas como Aparecido. “Você também depende de ajuda para pegar ônibus e para descer no ponto certo. O pessoal do bairro é bem legal comigo. Mas também não tenho vergonha de pedir ajuda”, disse.
Uma medida paliativa e necessária é a instalação de mais semáforos sonoros pela cidade. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), apenas um dos 6.146 cruzamentos com semáforos existentes em São Paulo conta com esse equipamento especial. Em fase de testes, ele está situado na Rua Conselheiro Brotero, na Barra Funda, Zona Oeste. De acordo com a CET, a rua foi escolhida para abrigá-lo por ficar próximo à Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (Laramara).
Especialistas ouvidos pelo G1 disseram, no entanto, que isso não garante a segurança dos cegos, pois há sempre a possibilidade de um “apressadinho” desrespeitar as regras de trânsito e parar em cima da faixa de pedestre ou, situação pior, ultrapassar o sinal vermelho. “A falta de educação, que para a gente que enxerga é ruim, para eles é impraticável”, disse a ortoptista (especialista em distúrbios visuais) Eliana Cunha Lima, gerente de serviços especializados da Fundação Dorina Nowill. “Na correria, esbarram e quebram bengalas sem querer. Ainda há muito para desenvolver.”
Até quem tem boa vontade precisa tomar cuidado para não prejudicar o deficiente visual. “Cego não é surdo. As pessoas chegam berrando para conversar com a gente”, disse Aparecido. “E quando alguém quer ajudar, à vezes vem pegando no braço. O deficiente visual não vê que tem alguém se aproximando. Quando a pessoa chega, pega no meu braço, eu acabo levando susto.” Apesar dessas ações atrapalhadas, ele disse apreciar o auxílio recebido. “Costumo dizer que não tem gente ruim. O que tem no mundo é gente despreparada.”
A abordagem ideal é simples. “Não precisa berrar nem pegar no braço. Basta perguntar se preciso de ajuda. Eu respondo que sim e peço para pegar no braço dela, não o contrário. Assim eu fico mais seguro”, afirmou Aparecido. “O pior é quando a pessoa já pega no braço e sai andando. Assim eu me sinto muito inseguro.”
Mas o que mais Aparecido teme dentre todos os obstáculos existentes são os orelhões. “A gente não consegue localizar com a bengala. Eu já acabei entrando no orelhão. Às vezes a gente se machuca”, afirmou o homem, que por causa de um glaucoma, começou a perder a visão aos 16 anos e ficou totalmente cego no começo de 2011.
A melhor solução apontada é a instalação de pisos táteis ao redor do orelhão – como ocorre em todos os equipamentos instalados na Avenida Paulista. Os pisos táteis são facilmente identificáveis pela cor amarelada e pelo formato: tracejado (direcional, que serve para indicar o caminho do deficiente) ou pontilhados (para alertar a respeito de obstáculos como rampas e degraus).
“Quem deve fazer isso é o munícipe, desde que o orelhão esteja em sua calçada, ou a Prefeitura, quando ela reforma toda a calçada”, disse a arquiteta cadeirante Silvana Cambiaghi, secretária-executiva da Comissão Permanente de Acessibilidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Além da Paulista, a secretária citou como exemplo de via adequada aos deficientes a Avenida Brigadeiro Faria Lima. Na reforma que atualmente é feita em suas calçadas, a Prefeitura instalou pisos táteis em toda sua extensão.
Mobilidade
Quem também sofre com os costumeiros buracos nas calçadas e outras barreiras é o remador Luciano Luna de Oliveira, de 34 anos. Cadeirante desde os 17 anos, quando foi baleado na porta da escola em que estudava, na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo, o atleta chega a se irritar ao circular pela Vila Mariana, na Zona Sul da capital.
Mesmo no bairro de classe média, os problemas nas vias são semelhantes aos encontrados na periferia: degraus, buracos, árvores e postes no meio do passeio. Todos esses obstáculos aumentam a probabilidade de acidentes. “Temos muitos relatos de queda. Pessoa que caiu em um buraco, ou que teve o andador ou a muleta chutado. De paciente que se assustou com carro quando atravessava a rua e que caiu por isso”, disse a fisioterapeuta Clarissa Barros, supervisora do setor de fisioterapia de adultos da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) central, também situada na Vila Mariana.
Oliveira disse já ter perdido a conta de quantas vezes caiu na rua. Fora os machucados, o que mais o incomoda são os danos que sua cadeira de rodas sofre nesses acidentes. “Já perdi muitas cadeiras por causa de buraco. Às vezes a cadeira não dura nem um ano”, disse. O prejuízo é grande. “A que eu uso atualmente, esportiva, custa R$ 3 mil. Mas tem uns modelos que valem uns R$ 4 mil, R$ 5 mil.”
As condições em que se encontram as calçadas, segundo a supervisora da AACD, acabam minando o entusiasmo dos deficientes. “Muitas vezes nós reabilitamos o paciente aqui na instituição, ele sai conseguindo se locomover, mas acaba ficando limitado, não saindo muito, não se socializando, porque tem receio do que vai encontrar na rua.”
De acordo com a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, a responsabilidade pela construção e manutenção das calçadas é do proprietário e do locatário do imóvel. A largura mínima para garantir a passagem das pessoas deve ser de 1,20 metro. Quem descumpre a norma pode receber multa de R$ 300 por metro linear (o dono de uma loja que tem calçada danificada de 20 metros de extensão, por exemplo, receberá multa de R$ 6 mil).
Balcões
Além dos problemas nas vias já citados, os deficientes sofrem com balcões muito altos, portas de lojas estreitas que impossibilitam a passagem de uma cadeira de rodas e escadas em frente a estabelecimentos. Outro fator que os desestimula são as adaptações (muitas vezes malfeitas) em estabelecimentos como cinemas, teatros e bares, que geralmente separam os piores lugares para deficientes físicos. “Parece que as pessoas que fazem a adaptação não entendem exatamente as necessidades da nossa população”, disse a especialista.
Mas o que realmente tira do sério o atleta Oliveira é quando pessoas sem nenhuma deficiência utilizam espaços reservados a quem tem alguma dificuldade de locomoção. “Banheiro público é outro problema. Muitas vezes os adaptados estão ocupados. Então eu prefiro fazer as necessidades antes de sair de casa”, afirmou. Dono de um veículo adaptado, ele disse que é comum encontrar vagas especiais ocupadas em shoppings e supermercados. “Às vezes você vai estacionar e o cara para na vaga e sai andando do carro, sem nenhuma deficiência. Os caras não se ligam.”
Essa falta de consciência em relação às deficiências alheias, na opinião da fisioterapeuta Clarissa, decorre principalmente do desconhecimento das dificuldades enfrentadas. “As pessoas muitas vezes não conhecem as limitações físicas e isso faz com que elas não as respeitem. Isso [conhecimento das deficiências] devia vir desde a educação dentro de casa, nas escolas, e das leis que deveriam ser mais seguidas e mais rígidas.”
Luciano disse que já perdeu a conta das vezes que caiu da cadeira de rodas (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Transporte
Se a locomoção nas calçadas é complicada, a situação nos ônibus da capital, segundo os especialistas e os deficientes, não é tão diferente. O problema maior não é a quantidade de veículos adaptados - de acordo com a São Paulo Transporte (SPTrans), dos mais de 15 mil ônibus da cidade, 7.662 são acessíveis (o que corresponde a cerca de 51% da frota) -, mas a qualidade do serviço.
O cego Aparecido disse que, sempre que entra num coletivo, é auxiliado para sentar nos assentos reservados a deficientes e idosos. O problema ocorre quando ele precisa descer. Além da lotação acima da média, que dificulta sua locomoção no interior do veículo, motoristas geralmente param distantes dos pontos. “Para quem enxerga tanto faz se ele para a alguns metros da calçada ou fora do ponto, mas para mim isso dificulta muito.”
Quem tem dificuldade em se locomover também sofre, principalmente com os solavancos e as freadas bruscas. “Uma vez quase caí no ônibus. Se eu não me segurasse, teria caído”, contou Oliveira. Dependendo do horário – e da boa vontade do motorista e do cobrador –, ele acaba sem auxílio para amarrar sua cadeira ao espaço reservado aos cadeirantes.
Já as composições da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do Metrô recebem vários elogios. “Os deficientes têm assessoria maior no metrô e nos trens, com auxílio de funcionários”, disse a ortoptista Eliana.
Aparecido gosta dos serviços prestados pelos metroferroviários. Sempre que chega a uma estação, ele aguarda um funcionário levá-lo a uma plataforma até que uma composição chegue. Dentro do vagão, senta-se nos assentos preferenciais e se levanta assim que ouve o condutor anunciar a estação onde irá descer. “Quando eu saio, já tem outro funcionário me esperando para levar para a saída da estação. Eles são bem organizados.”
Retirado esta reportagem da globo.com
Deficientes reclamam de orelhões, buracos e degraus nas calçadas.
Prefeitura estima que 12% da população tenha alguma deficiência na cidade.
Paulo Toledo Piza
Do G1 SP
14 comentários
Vicente Aparecido encontra poste no meio da calçada da Estrada do M'Boi Mirim (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Vicente Aparecido caminha diariamente, e com cautela, pelas ruas e avenidas do bairro Vila Remo, na Zona Sul de São Paulo. Como a maioria dos pedestres, ele se irrita com os obstáculos encontrados pelo caminho, como buracos, lixo e fezes de cães. Por ser cego, o homem de 38 anos considera um verdadeiro desafio andar pela região, principalmente pela Estrada do M’Boi Mirim.
saiba mais
GALERIA: Veja os obstáculos enfrentados pelos cadeirantes e cegos em SP
Na via, a principal e mais movimentada do bairro, os perigos são constantes. Enquanto agita rente ao chão e de um lado para o outro sua bengala, ele logo encontra lixo e entulho no meio da calçada. Para superar o obstáculo, se aproxima da rua. “Coisas assim são arriscadas. Eu fico muito perto dos carros e posso ser atropelado”, disse, enquanto caminhava a centímetros do meio-fio.
Aparecido é apenas um dos cerca de 1,35 milhão de pessoas com algum tipo de deficiência que vivem na capital paulista. O número corresponde a 12% da população paulistana, segundo a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Os que mais sofrem são os cadeirantes e os cegos. Enquanto os primeiros precisam muitas vezes mudar o trajeto por conta de obstáculos como entulho no meio da calçada ou buracos, os deficientes visuais dependem da boa vontade de outras pessoas para caminhar.
Luciano enfrenta obstáculo em calçada na Vila
Mariana (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Atravessar uma movimentada via como a Estrada do M’Boi Mirim, por exemplo, tarefa arriscada até para quem enxerga, torna-se algo quase suicida para pessoas como Aparecido. “Você também depende de ajuda para pegar ônibus e para descer no ponto certo. O pessoal do bairro é bem legal comigo. Mas também não tenho vergonha de pedir ajuda”, disse.
Uma medida paliativa e necessária é a instalação de mais semáforos sonoros pela cidade. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), apenas um dos 6.146 cruzamentos com semáforos existentes em São Paulo conta com esse equipamento especial. Em fase de testes, ele está situado na Rua Conselheiro Brotero, na Barra Funda, Zona Oeste. De acordo com a CET, a rua foi escolhida para abrigá-lo por ficar próximo à Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual (Laramara).
Especialistas ouvidos pelo G1 disseram, no entanto, que isso não garante a segurança dos cegos, pois há sempre a possibilidade de um “apressadinho” desrespeitar as regras de trânsito e parar em cima da faixa de pedestre ou, situação pior, ultrapassar o sinal vermelho. “A falta de educação, que para a gente que enxerga é ruim, para eles é impraticável”, disse a ortoptista (especialista em distúrbios visuais) Eliana Cunha Lima, gerente de serviços especializados da Fundação Dorina Nowill. “Na correria, esbarram e quebram bengalas sem querer. Ainda há muito para desenvolver.”
Até quem tem boa vontade precisa tomar cuidado para não prejudicar o deficiente visual. “Cego não é surdo. As pessoas chegam berrando para conversar com a gente”, disse Aparecido. “E quando alguém quer ajudar, à vezes vem pegando no braço. O deficiente visual não vê que tem alguém se aproximando. Quando a pessoa chega, pega no meu braço, eu acabo levando susto.” Apesar dessas ações atrapalhadas, ele disse apreciar o auxílio recebido. “Costumo dizer que não tem gente ruim. O que tem no mundo é gente despreparada.”
A abordagem ideal é simples. “Não precisa berrar nem pegar no braço. Basta perguntar se preciso de ajuda. Eu respondo que sim e peço para pegar no braço dela, não o contrário. Assim eu fico mais seguro”, afirmou Aparecido. “O pior é quando a pessoa já pega no braço e sai andando. Assim eu me sinto muito inseguro.”
Mas o que mais Aparecido teme dentre todos os obstáculos existentes são os orelhões. “A gente não consegue localizar com a bengala. Eu já acabei entrando no orelhão. Às vezes a gente se machuca”, afirmou o homem, que por causa de um glaucoma, começou a perder a visão aos 16 anos e ficou totalmente cego no começo de 2011.
A melhor solução apontada é a instalação de pisos táteis ao redor do orelhão – como ocorre em todos os equipamentos instalados na Avenida Paulista. Os pisos táteis são facilmente identificáveis pela cor amarelada e pelo formato: tracejado (direcional, que serve para indicar o caminho do deficiente) ou pontilhados (para alertar a respeito de obstáculos como rampas e degraus).
“Quem deve fazer isso é o munícipe, desde que o orelhão esteja em sua calçada, ou a Prefeitura, quando ela reforma toda a calçada”, disse a arquiteta cadeirante Silvana Cambiaghi, secretária-executiva da Comissão Permanente de Acessibilidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Além da Paulista, a secretária citou como exemplo de via adequada aos deficientes a Avenida Brigadeiro Faria Lima. Na reforma que atualmente é feita em suas calçadas, a Prefeitura instalou pisos táteis em toda sua extensão.
Mobilidade
Quem também sofre com os costumeiros buracos nas calçadas e outras barreiras é o remador Luciano Luna de Oliveira, de 34 anos. Cadeirante desde os 17 anos, quando foi baleado na porta da escola em que estudava, na Brasilândia, Zona Norte de São Paulo, o atleta chega a se irritar ao circular pela Vila Mariana, na Zona Sul da capital.
Mesmo no bairro de classe média, os problemas nas vias são semelhantes aos encontrados na periferia: degraus, buracos, árvores e postes no meio do passeio. Todos esses obstáculos aumentam a probabilidade de acidentes. “Temos muitos relatos de queda. Pessoa que caiu em um buraco, ou que teve o andador ou a muleta chutado. De paciente que se assustou com carro quando atravessava a rua e que caiu por isso”, disse a fisioterapeuta Clarissa Barros, supervisora do setor de fisioterapia de adultos da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) central, também situada na Vila Mariana.
Oliveira disse já ter perdido a conta de quantas vezes caiu na rua. Fora os machucados, o que mais o incomoda são os danos que sua cadeira de rodas sofre nesses acidentes. “Já perdi muitas cadeiras por causa de buraco. Às vezes a cadeira não dura nem um ano”, disse. O prejuízo é grande. “A que eu uso atualmente, esportiva, custa R$ 3 mil. Mas tem uns modelos que valem uns R$ 4 mil, R$ 5 mil.”
As condições em que se encontram as calçadas, segundo a supervisora da AACD, acabam minando o entusiasmo dos deficientes. “Muitas vezes nós reabilitamos o paciente aqui na instituição, ele sai conseguindo se locomover, mas acaba ficando limitado, não saindo muito, não se socializando, porque tem receio do que vai encontrar na rua.”
De acordo com a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, a responsabilidade pela construção e manutenção das calçadas é do proprietário e do locatário do imóvel. A largura mínima para garantir a passagem das pessoas deve ser de 1,20 metro. Quem descumpre a norma pode receber multa de R$ 300 por metro linear (o dono de uma loja que tem calçada danificada de 20 metros de extensão, por exemplo, receberá multa de R$ 6 mil).
Balcões
Além dos problemas nas vias já citados, os deficientes sofrem com balcões muito altos, portas de lojas estreitas que impossibilitam a passagem de uma cadeira de rodas e escadas em frente a estabelecimentos. Outro fator que os desestimula são as adaptações (muitas vezes malfeitas) em estabelecimentos como cinemas, teatros e bares, que geralmente separam os piores lugares para deficientes físicos. “Parece que as pessoas que fazem a adaptação não entendem exatamente as necessidades da nossa população”, disse a especialista.
Mas o que realmente tira do sério o atleta Oliveira é quando pessoas sem nenhuma deficiência utilizam espaços reservados a quem tem alguma dificuldade de locomoção. “Banheiro público é outro problema. Muitas vezes os adaptados estão ocupados. Então eu prefiro fazer as necessidades antes de sair de casa”, afirmou. Dono de um veículo adaptado, ele disse que é comum encontrar vagas especiais ocupadas em shoppings e supermercados. “Às vezes você vai estacionar e o cara para na vaga e sai andando do carro, sem nenhuma deficiência. Os caras não se ligam.”
Essa falta de consciência em relação às deficiências alheias, na opinião da fisioterapeuta Clarissa, decorre principalmente do desconhecimento das dificuldades enfrentadas. “As pessoas muitas vezes não conhecem as limitações físicas e isso faz com que elas não as respeitem. Isso [conhecimento das deficiências] devia vir desde a educação dentro de casa, nas escolas, e das leis que deveriam ser mais seguidas e mais rígidas.”
Luciano disse que já perdeu a conta das vezes que caiu da cadeira de rodas (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)
Transporte
Se a locomoção nas calçadas é complicada, a situação nos ônibus da capital, segundo os especialistas e os deficientes, não é tão diferente. O problema maior não é a quantidade de veículos adaptados - de acordo com a São Paulo Transporte (SPTrans), dos mais de 15 mil ônibus da cidade, 7.662 são acessíveis (o que corresponde a cerca de 51% da frota) -, mas a qualidade do serviço.
O cego Aparecido disse que, sempre que entra num coletivo, é auxiliado para sentar nos assentos reservados a deficientes e idosos. O problema ocorre quando ele precisa descer. Além da lotação acima da média, que dificulta sua locomoção no interior do veículo, motoristas geralmente param distantes dos pontos. “Para quem enxerga tanto faz se ele para a alguns metros da calçada ou fora do ponto, mas para mim isso dificulta muito.”
Quem tem dificuldade em se locomover também sofre, principalmente com os solavancos e as freadas bruscas. “Uma vez quase caí no ônibus. Se eu não me segurasse, teria caído”, contou Oliveira. Dependendo do horário – e da boa vontade do motorista e do cobrador –, ele acaba sem auxílio para amarrar sua cadeira ao espaço reservado aos cadeirantes.
Já as composições da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do Metrô recebem vários elogios. “Os deficientes têm assessoria maior no metrô e nos trens, com auxílio de funcionários”, disse a ortoptista Eliana.
Aparecido gosta dos serviços prestados pelos metroferroviários. Sempre que chega a uma estação, ele aguarda um funcionário levá-lo a uma plataforma até que uma composição chegue. Dentro do vagão, senta-se nos assentos preferenciais e se levanta assim que ouve o condutor anunciar a estação onde irá descer. “Quando eu saio, já tem outro funcionário me esperando para levar para a saída da estação. Eles são bem organizados.”
Retirado esta reportagem da globo.com
domingo, 18 de julho de 2010
OI
domingo, 20 de junho de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
MENSAGEM DO DIA DAS MÃES
Por mais que o tempo passe
E as estações se movam,
Ainda será minha estrela,
A mais linda, a mais radiante...
Será pra mim sempre bela,
Sempre amiga.
Podem todos me crucificar,
Mas sei que saberás a verdade
E com todas suas forças irá me defender
Como ninguém me defenderia.
Está presente em todos os felizes e tristes momentos.
Está sempre forte para vencer mais um desafio.
Por mais que eu cresça e amadureça,
Sempre serei seu fruto,
E orgulho total de minha raiz...
Te amo de forma insubstituível,
És robusto meu amor
És sincero meu afeto.
Trouxe-me ao mundo,
Agüentou toda dor
E sorriu ao me ver pela primeira vez.
Com muito carinho estou a pensar em você,
Pois de carinho me alimenta.
Minha mãe querida
Da mesma forma que deseja a mim saúde e felicidade,
Desejo-te também com toda certeza que tenho,
Em nome do grande valor que tem pra mim,
Te Amo Minha Mãe!!!
E as estações se movam,
Ainda será minha estrela,
A mais linda, a mais radiante...
Será pra mim sempre bela,
Sempre amiga.
Podem todos me crucificar,
Mas sei que saberás a verdade
E com todas suas forças irá me defender
Como ninguém me defenderia.
Está presente em todos os felizes e tristes momentos.
Está sempre forte para vencer mais um desafio.
Por mais que eu cresça e amadureça,
Sempre serei seu fruto,
E orgulho total de minha raiz...
Te amo de forma insubstituível,
És robusto meu amor
És sincero meu afeto.
Trouxe-me ao mundo,
Agüentou toda dor
E sorriu ao me ver pela primeira vez.
Com muito carinho estou a pensar em você,
Pois de carinho me alimenta.
Minha mãe querida
Da mesma forma que deseja a mim saúde e felicidade,
Desejo-te também com toda certeza que tenho,
Em nome do grande valor que tem pra mim,
Te Amo Minha Mãe!!!
domingo, 2 de maio de 2010
COMEÇOU O APOIO A ALINE BARROS
De manhã recebi um telefonema da Embaixada Brasileira, aqui da Irlanda, eles mandaram o motorista nos pegar e levar ate lá.
Quando chegamos lá ,fomos recebidas pelo Vice Cônsul e depois nos mandaram para a sala da Ministra. Quando chegamos fomos recebidas pela Ministra e pelo Embaixador do Brasil aqui na Irlanda. O motivo foi que o Itamaraty ai no Brasil ficou sabebdo do meu caso e se sensibilizando com a minha história . O Importante é que sabemos que o Itamaraty não ajuda as pessoas com dinheiro, mas sim se alguém precisa de uma passagem para voltar para o Brasil ou comprar uma comida de imediato.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
AGRADECIMENTO
GOSTARIA DE AGRADECER A TODOS PELO APOIO, PELAS ORAÇÕES.
POR ESTAR DIVULGANDO O DOCUMENTÁRIO, QUE FALA DA MINHA VIDA AQUI NA IRLANDA, ONDE FOI DIRIGIDO PELO JORNALISTA E CINEASTA ERNANI LEMOS E PRODUZIDO POR ELE, PELA JORNALISTA JULIANA MENEZES E POR LEANNE FLETCHE NA CAPITAL IRLANDESA E SERÁ EXIBIDO EM MAIO NO IRISH FILM INSTITUTE.
http://www.youtube.com/watch?v=I-7velObi5Y
POR ESTAR DIVULGANDO O DOCUMENTÁRIO, QUE FALA DA MINHA VIDA AQUI NA IRLANDA, ONDE FOI DIRIGIDO PELO JORNALISTA E CINEASTA ERNANI LEMOS E PRODUZIDO POR ELE, PELA JORNALISTA JULIANA MENEZES E POR LEANNE FLETCHE NA CAPITAL IRLANDESA E SERÁ EXIBIDO EM MAIO NO IRISH FILM INSTITUTE.
http://www.youtube.com/watch?v=I-7velObi5Y
ADIADA O DESTINO DE ALINE NA IRLANDA
Foi adiada a audiência que finaliza o processo decorrente do acidente que impossibilita Aline Barros a andar há quase 2 anos.
A audiência estava marcada para esta quarta-feira, dia 28 de abril.
O advogado do réu alegou que uma testemunha chave não estava presente e solicitou a prorrogação do julgamento. O juíz concedeu o pedido e remarcou o feito para o dia 22 de junho.
Aline Barros veio para Irlanda para ajudar a mãe e arcar com os custos dos medicamentos para tratamento de sua doença crônica.
Hoje D. Sylvia encontra-se em Dublin para auxiliar a filha, que agora depende de doações para se manter. A jovem não tem permissão para trabalhar na Irlanda e não recebe auxilio do governo irlandês.
Aline deve aguardar a finalização deste processo penal e do que virá a seguir, no cível , para retornar ao Brasil. Exames médicos são realizados periódicamente e anexados no processo.
A audiência estava marcada para esta quarta-feira, dia 28 de abril.
O advogado do réu alegou que uma testemunha chave não estava presente e solicitou a prorrogação do julgamento. O juíz concedeu o pedido e remarcou o feito para o dia 22 de junho.
Aline Barros veio para Irlanda para ajudar a mãe e arcar com os custos dos medicamentos para tratamento de sua doença crônica.
Hoje D. Sylvia encontra-se em Dublin para auxiliar a filha, que agora depende de doações para se manter. A jovem não tem permissão para trabalhar na Irlanda e não recebe auxilio do governo irlandês.
Aline deve aguardar a finalização deste processo penal e do que virá a seguir, no cível , para retornar ao Brasil. Exames médicos são realizados periódicamente e anexados no processo.
TERMINA HOJE A PRIMEIRA ETAPA NA JUSTIÇA IRLANDESA
A audiência findal do Processo criminal da Aline acidentada em Dublin em julho de 2008, acontece hoje, dia 28 de abril.
Eu foi vítima de um acidente que me deixou paraplégica. O motorista do caminhão que causou o romipimento dos ligamentos dos joelhos e a fratura da bacia fugiu sem prestar socorro.
Um único suspeito foi detectado por câmeras de segurança que registraram a passagem de um caminhão na hora do acidente.
Apesar das evidências o homem nega a autoria do crime culposo.
A segunda etapa da batalha judicial, no cívil, terá início logo em seguida e sera longa , caso o réu seja condenado.
"Eu estou muito nervosa e apreensiva. É uma situação difícil ter que torcer para que ele seje inocentado. Eu sofro muita dor {neuropática} e ele teve partição nisso, mas ja coloquei nas mãos de Deus . Eu só quero que isso termine logo para eu voltar para casa" disse Aline .
Eu não posso retornar para o Brasil antes de concluídos os processos na justiça Irlandesa.
Eu vivo de doações uma vez que o seu visto de estudante a impede de trabalhar e ela não tem acesso à benefícios sociais neste país.
Eu foi vítima de um acidente que me deixou paraplégica. O motorista do caminhão que causou o romipimento dos ligamentos dos joelhos e a fratura da bacia fugiu sem prestar socorro.
Um único suspeito foi detectado por câmeras de segurança que registraram a passagem de um caminhão na hora do acidente.
Apesar das evidências o homem nega a autoria do crime culposo.
A segunda etapa da batalha judicial, no cívil, terá início logo em seguida e sera longa , caso o réu seja condenado.
"Eu estou muito nervosa e apreensiva. É uma situação difícil ter que torcer para que ele seje inocentado. Eu sofro muita dor {neuropática} e ele teve partição nisso, mas ja coloquei nas mãos de Deus . Eu só quero que isso termine logo para eu voltar para casa" disse Aline .
Eu não posso retornar para o Brasil antes de concluídos os processos na justiça Irlandesa.
Eu vivo de doações uma vez que o seu visto de estudante a impede de trabalhar e ela não tem acesso à benefícios sociais neste país.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
AMIGOS
OI MEUS AMIGOS
DE UMA OLHADA NESTE VÍDEO QUE CONTA A MINHA HISTÓRIA, E DIVULGUEM POR FAVOR.
FIQUE COM DEUS
http://www.youtube.com/watch?v=I-7velObi5Y
DE UMA OLHADA NESTE VÍDEO QUE CONTA A MINHA HISTÓRIA, E DIVULGUEM POR FAVOR.
FIQUE COM DEUS
http://www.youtube.com/watch?v=I-7velObi5Y
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Dor Neuropática
Dor Neuropática
Os sintomas da dor neuropática são frequentemente descritos como punhalada, queimadura ou choques eléctricos.
O que é a Dor Neuropática?
Dor Neuropática é um tipo de dor crónica causada por uma lesão ou doença do sistema nervoso que, frequentemente, resulta em sintomas descritos como sensações dolorosas de queimadura, formigueiro ou choque eléctrico.
A dor com origem nos nervos é muitas vezes confusa e frustrante, quer para os doentes quer para os médicos, pois não responde muito bem aos tratamentos habituais para a dor. Pode durar indefinidamente e, pode mesmo, agravar-se ao longo do tempo e acabar por incapacitar o doente.
Quão frequente é a Dor Neuropática?
Estima-se entre 1,5 % e 7,7% as pessoas afectadas por dor neuropática, respectivamente, nos Estados Unidos da América (EUA) e na Europa. No entanto, é uma síndrome que, muitas vezes, é sub-diagnosticada e sub-tratada.
Nos países europeus a dor neuropática tem uma prevalência estimada em (1)(2):
- 3 milhões de pessoas ou 7,5% no Reino Unido;
- 2,5 milhões de pessoas ou 6,4% em França;
- 3,5 milhões de pessoas ou 6% na Alemanha;
- 2,1 milhões de pessoas ou 7,7% em Espanha (3).
Quais são os sintomas?
Os sintomas da dor neuropática são frequentemente descritos como punhalada, queimadura ou choques eléctricos. Estes sintomas agravam-se, muitas vezes, durante a noite.
Outros sintomas comuns da dor neuropática são:
- Alodínia – sensação dolorosa causada por estímulos que habitualmente não causam dor, como um leve toque;
- Hiperestesias – respostas exageradas aos estímulos tácteis, como aos lençóis de cama;
- Hiperalgesia – sensibilidade exagerada a estímulos dolorosos;
- Hiperpatia – persistência da dor mesmo após a remoção do estímulo dolorosos;
- Parestesias e disestesias – sensações anormais e desagradáveis descritas como formigueiro, dormência, picadas.
Que impacto tem a Dor Neuropática nos doentes?
A dor neuropática tem impacto significativo, no funcionamento diário e na qualidade de vida das pessoas afectadas. Em muitos doentes a dor interfere, de forma relevante, no sono e associa-se a falta de energia e dificuldades de concentração.
Devido à dor, que é de natureza crónica, alguns doentes não conseguem trabalhar, andar, ou mesmo tolerar as roupas em contacto com o corpo, pois o simples contacto com estas pode desencadear dores insuportáveis, muitas vezes descritas como sensação de queimadura ou lancinantes.
As lesões nervosas dolorosas constituem um fardo económico importante para os doentes que procuram cuidados para o alívio da dor. Por outro lado, estes doentes sofrem habitualmente de outras doenças, o que os torna maiores consumidores de cuidados de saúde.
A depressão, ansiedade, doença cardíaca e diabetes são perturbações frequentes nestes doentes. Estima-se que, nos doentes com dor neuropática, os custos totais com a saúde sejam cerca de três vezes superiores aos da população em geral.
Pode encontrar este artigo em:
http://saude.sapo.pt/artigos/senior/ver.html?id=758274
Os sintomas da dor neuropática são frequentemente descritos como punhalada, queimadura ou choques eléctricos.
O que é a Dor Neuropática?
Dor Neuropática é um tipo de dor crónica causada por uma lesão ou doença do sistema nervoso que, frequentemente, resulta em sintomas descritos como sensações dolorosas de queimadura, formigueiro ou choque eléctrico.
A dor com origem nos nervos é muitas vezes confusa e frustrante, quer para os doentes quer para os médicos, pois não responde muito bem aos tratamentos habituais para a dor. Pode durar indefinidamente e, pode mesmo, agravar-se ao longo do tempo e acabar por incapacitar o doente.
Quão frequente é a Dor Neuropática?
Estima-se entre 1,5 % e 7,7% as pessoas afectadas por dor neuropática, respectivamente, nos Estados Unidos da América (EUA) e na Europa. No entanto, é uma síndrome que, muitas vezes, é sub-diagnosticada e sub-tratada.
Nos países europeus a dor neuropática tem uma prevalência estimada em (1)(2):
- 3 milhões de pessoas ou 7,5% no Reino Unido;
- 2,5 milhões de pessoas ou 6,4% em França;
- 3,5 milhões de pessoas ou 6% na Alemanha;
- 2,1 milhões de pessoas ou 7,7% em Espanha (3).
Quais são os sintomas?
Os sintomas da dor neuropática são frequentemente descritos como punhalada, queimadura ou choques eléctricos. Estes sintomas agravam-se, muitas vezes, durante a noite.
Outros sintomas comuns da dor neuropática são:
- Alodínia – sensação dolorosa causada por estímulos que habitualmente não causam dor, como um leve toque;
- Hiperestesias – respostas exageradas aos estímulos tácteis, como aos lençóis de cama;
- Hiperalgesia – sensibilidade exagerada a estímulos dolorosos;
- Hiperpatia – persistência da dor mesmo após a remoção do estímulo dolorosos;
- Parestesias e disestesias – sensações anormais e desagradáveis descritas como formigueiro, dormência, picadas.
Que impacto tem a Dor Neuropática nos doentes?
A dor neuropática tem impacto significativo, no funcionamento diário e na qualidade de vida das pessoas afectadas. Em muitos doentes a dor interfere, de forma relevante, no sono e associa-se a falta de energia e dificuldades de concentração.
Devido à dor, que é de natureza crónica, alguns doentes não conseguem trabalhar, andar, ou mesmo tolerar as roupas em contacto com o corpo, pois o simples contacto com estas pode desencadear dores insuportáveis, muitas vezes descritas como sensação de queimadura ou lancinantes.
As lesões nervosas dolorosas constituem um fardo económico importante para os doentes que procuram cuidados para o alívio da dor. Por outro lado, estes doentes sofrem habitualmente de outras doenças, o que os torna maiores consumidores de cuidados de saúde.
A depressão, ansiedade, doença cardíaca e diabetes são perturbações frequentes nestes doentes. Estima-se que, nos doentes com dor neuropática, os custos totais com a saúde sejam cerca de três vezes superiores aos da população em geral.
Pode encontrar este artigo em:
http://saude.sapo.pt/artigos/senior/ver.html?id=758274
quarta-feira, 21 de abril de 2010
MENSAGEM DE DEUS PARA VOCÊ
Essa foi a forma de falar contigo, pois os problemas que tens passado tem feito com que voce não possa me ouvir claramente pois as dores de tua alma tem sido muito intensas.
Porque me perguntas onde Estou? Se ao teu lado tenho andado e suas feridas tenho tratado.
Não estás só, muito menos abandonado, tenho andando ao teu lado e recolhido tuas lagrimas.
Porque não tens confiado em minhas promessas e tens abatido o teu coração, perdido o sono a fome e até mesmo a vontade de viver, se ao teu lado tenho estado?
Ahh se soubesses o quanto te amo, ahh se se pudesses ver meus anjos ao teu redor, saberias que nunca estas só. Quantas vezes teu coração apertado e ferido tem estado mas tenho te recolhido em meus proprios braços, mas mesmo assim ainda dizes que estas só.
Não é hora de lamento é de andar de cabeça baixa, deixando que a tristeza te corrompa a fé, te roube a esperança e te faça um derrotado.
Não é o momento de disistir e de abandonar a carreira, de fugir dos problemas achando que dessa forma voce vai resolver os teus problemas, enfrente agora esse gigante olhe pra ele e diga que voce tem um Deus muito maior do que ele e que hoje mesmo voce o enfrentará cara a cara sem fugir mais, e sim o enfrentando com coragem e com fé pois voce já é mais que vencedor.
Eu sei o que tens passado e sei que muitas vezes tem chorado e pensando em desistir por causa das adversidades e dos problemas que tem se acumulado ao seu redor.
Tenho olhado pra voce todos os dias e tenho estado contigo em cada lagrima e a cada pontada de dor em seu coração que está tão ferido e tão amassado dentro de teu peito. Te amo com uma amor eterno pois te vi nascer e te planejei ainda quando estavas no ventre de tua mãe, pois voce não é um erro do acaso voce é o fruto do meu sonho, voce é alguem que tenho alegria de chamar por filho.
“...Com amor eterno te amei como benignidade te atrai” (Jer. 31:3).
Nunca voce esteve sozinho, as lutas tão intensas te fizeram parar de lutar e desistir de tantos sonhos, de tantos projetos e planos. Te vi chorando pelos cantos e me perguntando porque tudo aquilo tinha acontecido com voce, ouvi quando clamou por socorro e então achou que eu tinha te abandonado, deixado voce.
Eu quero te dizer que eu sempre estive contigo e que esse momento vai passar, pois vou mudar a tua historia, não pare de crer e de acreditar que eu sou contigo, derrubarei os gigantes que se levantam contra ti e um a um cairão por terra e serão desbaratados.
Não cesses de ter fé e a certeza que tudo já esta mudando e um novo amanhecer está chegando os raios de sol já estão passando pelas densas nuvens dessa tempestade tão grande que achavas que nunca iria passar, mas hoje mudo a sua vida e verás o milagre acontecer.
Voce disse que sua fé estava acabando e que não tinha mais força para crer e eu te respondo que essa não é hora de retroceder e desistir, agora é o seu momento de acreditar sem duvidar e tirar força de onde voce não tem para continar a crer com todas as suas forças pois as bençãos já estão chegando, ainda esta semana verás milagres e verás que eu sou o Senhor de sua vida e o Senhor dos Exercitos, Vencedor Invicto.
“Todavia, o meu justo viverá pela fé, e se retroceder nele não se compraz a minha alma” (Heb. 10:38).
Te disseram que não eras ninguém, que voce é um derrotado e que sonhas demais, mais eu te digo que o seu futuro é de paz e de alegria.
Eu sei que a dor da traição é muito grande e quei a dor de se confiar e ser apunhalado pelas costas é intensa mas Eu te fortaleço para que não deixes que essa dor tire de voce a vontade de viver.
Somente não desista de estar perto de mim, nunca saia debaixo de minhas asas, eu sempre estou perto daqueles que me amam e me obedecem.
Esta é a minha palavra pra voce hoje, marque este dia pois sua vida nunca mais será a mesma a partir de hoje.
Te amo e te dou forças para suportar as dificuldades mesmo que elas pareçam maiores que voce...
Olhe de novo para as adversidade e diga pra elas que voce nunca mais ira se curvar triste e abatido a essas montanhas, voce irá derrota-las uma a uma pois hoje renovo as tuas forças e derramos sobre ti o meu oleo de alegria.
Neste momento eu sei que estas sentindo teu corpo formigar e teu coração está sendo trocado e renovado neste momento porque te dou uma nova força agora recebe e levanta e anda pois hoje mesmo eu te darei vitorias e conquistas...
De teu Pai Eterno que te ama tanto e que por você deu o que lhe era mais precioso, eu dei por voce meu proprio filho por te amar demais...
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